7/04/2009

Venha Logo o fim


Hoje pisei em agudos espinhos...
Doeu muito!
Ferida , minha alma chorou...
Calado , empobrecido! Pobre coração,
Findou a esperança,... A alegria partiu sem ,
Aviso...
Desencorajado... Mudo a direção das ideias,
Repetidas vezes, bate a vontade de sumir...
Acelerado ouso a voz da razão.,
Brada alto espera... Engulo as palavras ríspidas,
Sem reação! Espero apenas o fim...Um fim...
Qualquer fim... mas que venha o fim...


Um comentário:

Lice Soares disse...

O coração do poeta é um coração inatingível, incompreensível, às vezes, para o próprio poeta. Sensível enxerga o invisível e por isso é sofredor.Seu sofrimento, entretanto, quanto mais fundo é mais encantamento e beleza lhe inspira.Talvez, por isso, um poeta costuma tanto mergulhar na própria dor. Prova disso é o teu poetma.Não existe fim, poeta, eu te digo.Existe sim, um novo começo para tudo se repetir e, de novo, o fim desejar.
Beijos no coração.