8/06/2009

Se eu fosse o vento


Se eu fosse como o vento,
atravessaria O Atlântico!
E sobre as nuvens voaria,
Ao teu encontro querida...
Envolvia-te... Numa brisa suave,
Elevava-te aos céus como ave,
E ali viveríamos a vida.
Se eu fosse o teu sol...
E te iluminasse...
Não permitia que a luz te faltasse,
E brilharia sempre para ti.
Num amplexo total te envolveria,
E junto a ti a amar-te viveria,
A recuperar a felicidade que não vivi.
Subiria ao Olimpio e aos deuses pediria,
Que de meus dias fizessem um só dia...
Eterno, de amor para contigo.
Que apagassem a distancia que nos separa,
E o tempo juntos, infinito seria, e a luz que nos,
Acende sem cessar seria...
E a chama que arde comigo! Não apagaria...
Poema de Calos Alberto Souza

Um comentário:

Lice Soares disse...

Belo poema.
Abraços.