5/29/2010

Acros Fardos

A menos que desejes estender-se, suas,
Unhas e dedos comerão sem fome.
As direcções infantes tomadas em vão!
Reinando o tempo suficiente ou não...
Existem fardos leves como plumas,
Que irregularmente para o sol e a lua,
Mas terra invulupias encontra sobre o,
Vasto chão.
Hinos cantaram ao som de trovões,
Achando saída em meio espaço escuro,
Sem sentido ao léu em ruas,
E germinando ópio cravado na alma sua...
O orvalho é o amparo, o consolo, o lume,
E há seu tempo seus frutos ostentam os germes,
E frágeis somem ao tocar do vento.
O sopro suave ao relento, individualiza o,
Poder de ti se quiserdes vencer.

Um comentário:

Jurandir Barbosa disse...

adorei o seu rancho anjo.
tua linguagem chega e leva ao entender tão fácil mesmo numa construção rica.

obrigado pelo carinho.
apareça quando quiser no meu rancho.

afinal, é o nosso rancho.

abreijosss