Mais perigoso do que pôr dúvida na fé...
È por fé na dúvida.
De improviso agarro o poema, no momento da passagem sua pelo vento... O discurso soando como voz! De relâmpagos brilhos na janela. Em nuvens escuras se aprontando, em secretas versões de sentinelas... No repente opaco! Refletido em um pingo de água na janela. Seu impulso tátil, traçando linhas frágeis, e astúcias enredadas em, Noites belas... Em plurais pontos e reticências, traço da poesia sua essência...
6/12/2009
6/11/2009
Pobre coração

Louco...Louco inteiramente louco! Respira paixão igual fosse pão,
Alimenta-te de amor pobre coração.
Que aos seus trovões e relâmpagos e suas tempestades vê-se
Arrastado esmigalhado, aos trapos levado pela corenteza.
Este coração palhaço expresando os momentos de alegria e dor,
Acénto lavrado de todoas as sensações, emosões e medos.
Cria, inventa e vê , uma pena levada ao vento, uma pipa em movimento,
a imagem extraordinária do solo e seus rebentos.
Contos! amores destroçados e rancores por ele marcado.
Aquele que ainda é lembrado, e este que cicatriz deixou.
Poéta não sou.
Alimenta-te de amor pobre coração.
Que aos seus trovões e relâmpagos e suas tempestades vê-se
Arrastado esmigalhado, aos trapos levado pela corenteza.
Este coração palhaço expresando os momentos de alegria e dor,
Acénto lavrado de todoas as sensações, emosões e medos.
Cria, inventa e vê , uma pena levada ao vento, uma pipa em movimento,
a imagem extraordinária do solo e seus rebentos.
Contos! amores destroçados e rancores por ele marcado.
Aquele que ainda é lembrado, e este que cicatriz deixou.
Poéta não sou.
Vida Passageira
A vida é insensante sem receita! É cristais enquebrantados por fagulhas.
A leitura encerrada de um livro, É um corpo sem medidas de extruturas.
É um inspéctro suspenso por um fio!Uma sombra incolor e transparente.
É o veneno fatal, É serpente!O brilho ofuscado como de uma luz.
Os ráios velózes! A noite escura, o somho acordado ao relento.
As noites em claro! E os pensamento.Uma flexa com alvo certeiro
Um suspiro!! Um vento passageiro.
Meu eu

Tentei principiar meus passos por caminhos sem espinhos...
E nos tapetes de rosas cálidas rendidos a mim,meu sangue
Fora derramado ao pisar em falsos ninhos.
Ali deixei meus desabores.... E as lágrimas esênciais em minha
Face vi cair... A simpicidade me fez inocente! E alvo de abusos
Inconsequêntes... Meus valores violados, e meu véu de anjo!
Rasgado...O perdão se fez presente em meu coração...
E com a honrra perdoeiEstas paixões sangrentas...
Que hoje corróe aos poucos! Nas lembranças.
E nos tapetes de rosas cálidas rendidos a mim,meu sangue
Fora derramado ao pisar em falsos ninhos.
Ali deixei meus desabores.... E as lágrimas esênciais em minha
Face vi cair... A simpicidade me fez inocente! E alvo de abusos
Inconsequêntes... Meus valores violados, e meu véu de anjo!
Rasgado...O perdão se fez presente em meu coração...
E com a honrra perdoeiEstas paixões sangrentas...
Que hoje corróe aos poucos! Nas lembranças.
6/10/2009
É meu irmão

É meu irmão... O pensamento vagueia...
Ele esta na Terra, no animal, esta no animado...
Os seres! Ficam todos estranhos...
Entrevados, torturados...
Com o pensamento mal emanado.
O pensamento tão necessário,
Para levar o ser a racionalização.
Faz uma lapidação muitas vezes sem igual
E muitas vezes quase sempre em cada esquina!
Os anestésicos os ante ou depressivos são comercializado,
E todos buscam um alivio... Para o pensamento,
Dentro do pensamento.
Agora! Pode ser diferente... E verão como é bom não pensar.
O pensamento é para lapidação...
E se fazer como manda o ditado!
O pensamento vai embora!
Junto de todo peso... E sofrimento que o acompanha,
O pensar é totalmente diferente, de raciocinar.
De estar sintonizando sempre com a Energia Racional...
Leia para ver... Sofrer todos vai ate se conhecer...
Conheça a verdade! Das verdades.
Na obra Universo...
Em Desencanto.
Ela sim! O libertara dos jugos amargos da matéria.
Rogério Almudin
Vi este texto e achei verdadeiro, poriso resolvi.
Posta-lo em meu blog.
Parabéns Rogério pelo seu
Trabalho maravilhoso.
Ele esta na Terra, no animal, esta no animado...
Os seres! Ficam todos estranhos...
Entrevados, torturados...
Com o pensamento mal emanado.
O pensamento tão necessário,
Para levar o ser a racionalização.
Faz uma lapidação muitas vezes sem igual
E muitas vezes quase sempre em cada esquina!
Os anestésicos os ante ou depressivos são comercializado,
E todos buscam um alivio... Para o pensamento,
Dentro do pensamento.
Agora! Pode ser diferente... E verão como é bom não pensar.
O pensamento é para lapidação...
E se fazer como manda o ditado!
O pensamento vai embora!
Junto de todo peso... E sofrimento que o acompanha,
O pensar é totalmente diferente, de raciocinar.
De estar sintonizando sempre com a Energia Racional...
Leia para ver... Sofrer todos vai ate se conhecer...
Conheça a verdade! Das verdades.
Na obra Universo...
Em Desencanto.
Ela sim! O libertara dos jugos amargos da matéria.
Rogério Almudin
Vi este texto e achei verdadeiro, poriso resolvi.
Posta-lo em meu blog.
Parabéns Rogério pelo seu
Trabalho maravilhoso.
Nosso Mundo Encantado

"O nosso mundo encantado...
Coberto com negro manto!
O povo em trevas sem rumo.
Procura um caminho santo.
Chegou no tempo oportuno...
O Universo em desencanto.
Vinte e um livros Sagrados...
Estão ao vosso dispor,
Estudantes dessa obra...
Gozam de paz e amor.
Vão recebendo os milagres!
Do racional superior.
Já existe sinais no céu...
Que já tem causado espanto.
Cientistas não entendem...
Nos ares os anjos santos!
Por rejeitar as verdades...
Do universo em desencanto.
O orgulho em nosso mundo!
Só tem aumentado o mal.
Por falta do raciocínio...
De um povo desleal.
Tudo será resolvido!!
Na cultura racional”.
Poema de Rogério Almodim
Poema de Rogério Almodim
Sem Lenço

Que buscas encontrar em minha alma...
Se de tudo que tinha! Nada restou a oferecer...
Sementes e gráos germinaram e secaram.
Deixando somente a mansidão...
Debruço os restos na sacada...
A contemplar os poucos anéis que ficaram...
Dos nós, apertados na guéla!
Nada... Além da esperança sobrara.
Ao vento... E sem lenço, pouco há preocupar-me agora...
O tempo! Já se vai tarde, e logo vejo o romper da aurora.
Se de tudo que tinha! Nada restou a oferecer...
Sementes e gráos germinaram e secaram.
Deixando somente a mansidão...
Debruço os restos na sacada...
A contemplar os poucos anéis que ficaram...
Dos nós, apertados na guéla!
Nada... Além da esperança sobrara.
Ao vento... E sem lenço, pouco há preocupar-me agora...
O tempo! Já se vai tarde, e logo vejo o romper da aurora.
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