7/30/2009

Doses


Ainda estarei presente partilhando o mesmo pão,
Do grande sol...
Imaginarei insistentemente com gratidão no,
Coração alcançarei.
Estabeleço a luz do novo dia! Visitarei os raios luares,
A mim dedicados, estarei em nuvens, e nelas!
Descansarei.
Em doses me embriagarei de emoções, e alegrias!
Experimentarei sabores variados... De gosto fel picado,
De paladar afinado em requinte mel e mil amores...
Em doses me entregarei pra não morrer, no pecado!
Da tristeza! Doses curtas, repentinas, passageiras!
A sorte espero!Antes que apareça fios brancos na,
Cabeça e a vida desfaleça.

7/21/2009

Desabafo


Deixe que brotem as lágrimas, em teus olhos...
Para que o dia de amanhã! Não te enchas de,
Amarguras...
E não transforme seu findar! Empobrecido de,
Alegrias...
Deixe o coração lançar boca a fora...
A dor que por dentro flâma...
Desafogue as mágoas! Para que o ódio não,
A transforme em lama...
O futuro! É certo, se alimentara dos pesares acolhido.
E no retorno destes negros dias!
A luz do sol aquecerá seus momentos obscuros...
Uma estrela descerá do céu! E cobrará as nuvens escuras,
Em alvos dias...

Escolhidos fardos


Nestes ledos fardos escolhidos pelas flâmulas do querer!
Árduas são nossas escolhas... No derradeiro ímpeto do poder.
Sem medidas em suores derramados, por desejo desta grandeza,
Realizar...
O tempo não é meu inimigo!E dúvidas na memória na há...
Empecilhos jamais irão impedir! De lembrar de tudo que a prendi...
Finco raiz!
Assim vai nascendo os desejos crescendo, as esperanças que,
Persigo... Desistir nada tem a ver comigo.
Sou força! Sou poder! Rezo choro, e lamento...
Não envergo Nem com o sopro do vento.
Agora vou! Mas deixo aqui a minha flâmula! Gravada em estatua de vitória,
Para que os olhos curiosos apreciem, como a força! Pode se tornar,
Em gloria!

Essência de poesia




De improviso agarro o poema, no momento da passagem sua pelo vento...
O discurso soando como voz! De relâmpagos brilhos na janela.
Em nuvens escuras se aprontando, em secretas versões de sentinelas...
No repente opaco! Refletido em um pingo de água na janela.
Seu impulso tátil, traçando linhas frágeis, e astúcias enredadas em,
Noites belas...
Em plurais pontos e reticências, traço da poesia sua essência...

7/17/2009

Desejo


Oh carne de mulher!
Fonte inesgotável de prazeres,
Orbitantes, doce sublimação...
Ternura louca ...
Argila ideal dos encantos meus.
Ser inspirador de um poeta Lúcido...
Eternamente profano,Vida minha, doce vida.
Loucura do meu ego egoísta!
Desejo eterno de um amor transcendental...
Mulher! Tu és tudo, tudo!Após o prazer...
Não somos nada!
Poema Josue Ramiro

7/16/2009

Migalhas


Desfrutarei da vida! Enquanto ela me for útil,
Dela beberei o ultimo suspiro.
Os bons feitos levarei comigo...
De resto! Podes ficar contigo.
O que me deste de matéria! Ficará...
Somente nas alegrias me refugiarei.
Dos desagravos! Que de ti reluto,
Os ingratos tons! Me desvio...
O coração em luto levarei.
Meu corpo te serviu de abrigo, meu peito!
Deste de beber, A vida te preparei!
E migalhas, de amor me deste de comer...
Segui agora tuas trilhas!
Que a ingratidão afaste-se de ti...
Que quando despertares deste sono!
Já não mais estarei aqui...

Minhas Loucuras



Na minha insignificância! Recolherei-me,
No berço acolhedor que de grande esplendor,
Este é mesmo meu!
Andei mudo... E agora falo! Dos meus lábios,
Venenos derramam... Para adoçar sua alma
E ao bem que a ti proclamo...
Ouso pássaros livres; cantam! A zumbir nos ouvidos,
Desta sala fria; somente as paredes é o paraíso,
Deste meu sentido...
Uma profunda inquietação atinge-me, resoluta,
Vibrações! Cintilantes ilusões...
Agora! Meus pés flutuam! E flui o corpo, livre de,
Movimentos... Não mais serei eu mesmo.
Velho dinte de ti! Bradarei socorro...
Mal consigo dominar meu sono,
Memórias de um louco! É o abandono...