3/29/2011

Minha luz

E quando ausentei-me amor meu...
Foi para não ver rolar nestes lindos olhos,
Lágrimas por meus pesar.
   Abraço-te em silêncio...
E esta nuanse do meu eu em ti! 
Sinto! Sinto!
  Como o sol beijando a lua ao  romper do dia.
Teu brilho é minha luz...
A milhares de raios distante.
Possuo sua energia... Flor pequena, gota de orvalho,
Meu suor...
Não há eu sem ti!
 nesta constelação cautelosa  infinita, onde deito e reflicto,
Os meus delitos por sua essência  emanar.



8/15/2010

A Taça e o vinho


Desterrei meu peito desta triste dor,
Em todas as centelhas das coizas tem um sentido.
O pássaro procura i ninho, a taça o vinho,
Assim vou à busca da minha porção.
Meu rosto estranho não o reconheço,
Olho-me e me sinto cravada no perfume,
Desta linda rosa que plantei um dia.
O tempo se foi... E ficando somente o caule e,
E seus espinhos mortíferos, nesta alma efémera,
Em busca de uma razão real.
E apenas caminho... A longos passos sem pressa,
De chegar.
Hoje o sol visitou-me por uma fresta dos meus olhos,
Adentrou meu coração... Estava fria! E me aqueceu.

7/30/2010

Prece em Silêncio

Silênciosas lágrimas rolam nesta
Delicada e cálida face...
Ouvia a repreensão e queria poder,
Elevar-se ao céu.
Sussurros de palavras solitárias num,
Breve momento ia aos poucos chegando,
Ao coração sôfrego.
Aquele martírio infinito levara a vida...
E, elevou aos céus uma prece a sentir a voz,
Do anjo.
Afasta-te de mim hó cálice!
A vida entrego-te agora para que haja-me,
Coragem, e nada mais me assolem a afeição,
Consola-me, e lentamente eu veja a luz.

7/16/2010

Caminho Para Eternidade

Passei por mim sem me perceber,
Perdido em mim mesmo, me deixo agora.
E vou a traz de saber o meu passado.
Este tempo até hoje que não desfrutei,
Da humanidade, não findará em mim,
E nem iniciará em mim.
Por isso nascem a cada dia novos caminhos,
Para eternidade.
O ar que anima meu viver! Ao de amimar,
Outras vidas...
E junto agora os meus cacos, subidas e descidas.
E tudo que perdi e ganhei, e como em um sonho,
Muito profundo... Acordo a cada dia sem endereço,
Meio perdido! Para um novo renovar,
Remanescente

Jurandir

Dentro das curvas da sombra,
Modelo os traços do corpo seu,
Meu amor me abraça,
Me conduz na dança dos mansos,
De olhos fechados, me leva a todos os cantos,
Em pareço aquele poeta...
De corpo pesado como pedra.

Nos traços pesados! Pareço aquele poeta
Cansado das sombras que conduz a dança
Dos mansos.
Fechado para os olhos da vida, me abraça.
Pelo amor que em traços sinto nas entranhas
Do meu pequeno corpo.

                 Dueto poeta Jurandir e Hynes

6/19/2010

Sem Medo

Sem susto e sem medo,
Longe de todos os receios,
Deixo a porta aberta,
Não precisa bater,
Toc... Toc... Não há
Tum... Tum... Tum...
Ao ritmo do canto,
Do mar,
Ao ritmo do balé,
Do beija flor.

Poesia do amigo poeta Jurandir Barbosa

5/29/2010

Puro Amor

Só tu puro amor és digno de memórias...
Traz causa de moléstias tristes como uma pérfida inimiga.
Ao sepulcro leva o homem... Como tirana.
Leva o sossego colhendo amargas tristezas, erva daninha,
Da alma... Engano ledo e cego.
Fere a fogo...
E serena com a inocência, nele há piedade viva eternamente!
Perdão constante... Consolação resistente e mansa,
Mata de amor banha o corpo com lindas flores e sonhos,
Consumidores.